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Liberdade Corporal

Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.

Simone de Beauvoir


Uma trabalhadora do Burger King, que exercia a função de supervisora de vendas, foi tirada do cargo por sua gerente que a considerou "gorda e feia" para a função. Pela conduta discriminatória em relação a sua forma física, a 5ª turma do TRT da 2ª região confirmou a condenação da rede de fast food ao pagamento de R$ 8,4 mil por danos morais.


Segundo a trabalhadora, a gerente havia lhe informado diretamente que deixaria de ser supervisora porque o padrão era ser "magra, bonita e maquiada". Segundo o magistrado de 1º Grau:


"Não pode a empresa, através de sua preposta (no caso, superior hierárquico) humilhar o empregado, trocando a função pelo fato de a funcionária não atender ao padrão estético imaginado pela gerente, impedindo a reclamante de exercer a função pretendida".


Em similar espeque, a 5ª turma do TRT da 2ª região esclareceu que, ficou, sim, constatada a atitude discriminatória dispensada à trabalhadora e, portanto, correta a sentença quanto à indenização por danos morais.






https://www.migalhas.com.br/quentes/361188/bk-e-condenado-por-tirar-do-cargo-gerente-considerada-gorda-e-feia

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